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Sem alfinete, sem soutache, sem Icléia.

19 maio

O sonho de toda estudante de moda?

Um maneco para chamar de seu. SÓ SEU!

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Mas esses manecos aí de baixo não são qualquer maneco.

Esses ninguém teria coragem de alfinetar, encher de soutache ou modelar um vestido com decote princesa pra aula da Icléia.

Esses aí são pra ficar babando, levar pra jantar, chorar no ombro…

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Atenção, se você está perto de algum estudante de moda nesse momento, fala pra ele largar esse pano americano fedido, essa tricoline sem caimento e pede pra fazer algo incrível pela humanidade: arranjar uma caneta preta de tecido e desenhar algo assim no maneco mais próximo dele.

O mundo agradece!

(daqui)

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Julie

União homo afe diva!

5 maio

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É oficial: Todas as bee desse país estão liberadas para arruinar suas próprias vidas através do casamento! Como qualquer ser humano normal!

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TODAS COMEMORA ASSIM:

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Agora sai da frente do computador e vai pedir seu bofe em casamento!

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Bia

Meo. Essa mina?

2 maio

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A música é mais ou menos. Já o bocão, as covinhas e o cabelão ruivo… POHÃN!

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Bia

Esquenta | Convida Donde

2 abr

Larga o guache e vem ca’gente!

 

 

 

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Julie

 

A gente não quer só bobiça

28 mar

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Na semana passada fomos convidadas pela repórter do DC Cristina Vieira pra falar sério pelo menos uma vez na vida participar de uma série de reportagens sobre a mulher do futuro. Na última, publicada nesse domingo no Donna DC, nosso objetivo era falar sobre a mulher na cultura.

A íntegra da reportagem (com direito a vídeo embaraçoso no final) você pode ler aqui. Mas achamos que a entrevista nos deu a oportunidade de discutir temas tão bacanas que decidimos publicar nossa parte aqui no Donde, ó:

Pagando de meninas sérias, em foto do ótimo Henrique Pereira

1 – Imaginem o ano de 2040. Como vcs acham que as mulheres vão se vestir? Como será a relação com moda? Menos submissas às tendências ou ainda mais escravas?

A tendência é as pessoas ficarem cada vez mais individualistas, adaptáveis, migratórias. Isso significa que elas não estarão presas a um estilo só ou ao que é ditado pela moda. Fala-se até na extinção das tendências, e nós acreditamos nisso. Cada vez mais o bacana é ser diferente, original. Isso já virou um clichê enorme, mas é verdade: as pessoas não querem mais ser rotuladas como parte de um “grupo”, uma “tribo”. Querem ser únicas, e daqui a 30 anos vão ter mais liberdade pra fazer suas escolhas.

2 – Falando de artes (música, cinema, literatura), que tipo de paradigmas vocês acreditam que precisamos quebrar?

O de que “as pessoas daqui estão querendo copiar o que vem de fora”. Que “a moda brasileira não é autêntica porque não tem identidade brasileira”, assim como a música, o cinema, etc. Temos uma identidade mundial – o que é ainda melhor. O que acontece é que estamos todos em pé de igualdade – de informação, de sensibilidade. E é natural sentir as mesmas coisas, e consequentemente, produzir parecido. O inconsciente coletivo vai além da nossa fronteira.

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3 – Acreditam que teremos uma produção artística direcionada ao público feminino?

Esperamos que não. Achamos bobagem segregar “feminino x masculino”, “gueto x mainstream”, “coisa de viado x coisa de hetero”, etc. Ainda mais em se tratando de produção artística, quanto mais intercâmbio, quanto mais mistura houver, melhor. A arte tem que ser feita por pessoas e pra pessoas – não para “mulheres”. É isso que fazemos com o Donde, inclusive. Apesar muitos dos temas serem aparentemente do universo feminino, nosso publico não é só esse. Temos muitos homens, héteros, “machos”, lendo e comentando por lá. Temas como design, fotografia, arte e comportamento, são universais.

4 – E vocês, blogueiras, em que lugar imaginam estar daqui a 30 anos?

Em 30 anos os blogs já vão ter desaparecido ou evoluído pra alguma coisa completamente diferente, que nem imaginamos agora. E o Donde vai estar em outra plataforma – ou não, quem vai saber? O fato é que hoje em dia qualquer um pode produzir conteúdo. Isso foi revolucionário, mas acabou gerando um bombardeio de informações superficiais, repetitivas, óbvias. O que provavelmente teremos é uma volta da valorização dos profissionais, o crédito a quem sabe do que está falando. E esse será o nosso fin~ Tomara que a gente esteja nesse grupo.

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Viu mãe, a gente sabe falar sério também!

Agora, de volta à nossa programação normal.

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Bia et Julie

DENÚNCIA

22 mar

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Natasha Poly roubou meu vestido.

Sacanagem.

 

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Bia

Reis da Pistinha

14 mar

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Kings of the night

Kings of the dancefloor

Kings of the boys

Kings of the girls

“Adoramos melodia. Quando montamos a banda, estávamos bem influenciados pela disco, mas pelo lado mais sombrio, dark. E também pelo electropop dos anos 80. São músicas que funcionam bem na pista. Além disso, gostamos bastante de Stevie Wonder, Stereolab, Sondre Lerche.”

Alec Ventura, guitarra e vocais.

Então misture Stevie Wonder, indie rock, música eletrônica, new wave, punk e bossa nova que dá nisso:

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Depois de “Just Do It” ter virado trilha sonora de um comercial da Fox, da banda ter sido indicada ao prêmio de “Artista Revelação” no VMB 2009, ter se apresentado no South by Southwest, festival realizado no Texas em 2010, e aberto o show de Moby no Credicard Hall, em São Paulo, chegou a nossa vez: a banda curitibana Copacabana Club aterrisa em solo manézês pra chacoalhar nossos quadris no dia 18/03. Vom?

Vá preparando seu paetê e escolhendo o modelón, e a partir de 4ª feira fique ligado aqui no Donde pra ganhar entradas de graça, seus lindos!

 

 

 

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Bia etJulie

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