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Há alguns meses fiz esse post aqui sobre um editorial da FFW Mag que foi feito com não-modelos.
Tinha de tudo: estudantes, psicólogos, e até analista de sistemas (!). Bonita demais a diversidade de pessoas que apareceram, e como ficou interessante o tal editorial!
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Então essa semana vi a capa da última edição da NANU! e me toquei do óbvio ululante: todas as capas desta revista até hoje foram feitas somente com pessoas “normais”. Não modelos! Gente como a gente! Tipo eu você (a menos que “você” no caso seja uma modelo, enfim).
E o resultado das capas é sempre in-crí-vel. Loucura né? Ai eu achei, me larga.

A estudante Andressa Damiani é a não-modelo da edição 12 da revista. Andressa participou das fotos do editorial de capa, que segue o tema Invasões Verdes
A NANU! foi criada pela fotógrafa Susana Pabst em 2007. O primeiro número saiu em versão digital na página pessoal de Susana e trazia três ensaios fotográficos com mulheres que não eram modelos.

A Nanu! já teve estilista na capa

Uma garota que eu já vi pelas buátis da vida, mas não sei quem é

E até ... hostess!
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A partir de 2008 a revista passou a ser publicada em papel. Produzida pelo LOOSHstudio, a NANU! se tornou uma publicação bimestral de conteúdo irreverente e inovador. A base da revista é em Blumenau, porém o conteúdo é global. Nada de ficar falando de socialitezinha do bairro não. É uma revista pra ser lida em qualquer lugar.
As edições têm sempre um tema que orienta os colaboradores e o ensaio conceitual – de capa -, produzido com pessoas que não são modelos. O conteúdo, focado na cultura pop, é elaborado pela equipe da revista e por profissionais reconhecidos em suas áreas de atuação que foram escolhidos para fazer parte da NANU!. Bacana, né?
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Publicitária já entrou na dança

E hair stylist também
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Olha, depois da gente ter passado pela experiência de atuar como não-modelas pro editorial do AiÊ! (além da Anna Locks que também já me pegou pra fazer caras e bocas uma vez), podemos dizer o seguinte: rapaz, não é mole não viu?
Ficar lá fazendo pose e tentando sair o menos ridícula possível é complicado. Mas bem divertido também.
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Bia
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